A profunda solidão da Mulher Negra

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A professora entra na sala de aula com três bonecas de pano. Olga, 4 anos, aponta para boneca cor de canela.

“Ela é feia”, disse.

“Feia, porquê Olga?”, perguntou a professora.

“Porque ela é igual a mim”, respondeu.

A professora não contrapôs aquela situação. Olga cresceu. Olga acordou mulher. Olga se sente sozinha.  Mulher negra. A profunda solidão da mulher negra. Um diálogo, no mínimo, difícil.

Clichês de lado e sem o lema: “somos todos iguais”, o preconceito existe. Explícito ou velado.

É doença antiga!

E segundo Carlos Moore, cubano, escritor, pesquisador e cientista social, a mulher negra é o ser humano mais esmagado de todas as pessoas marginalizadas no mundo.

É preciso outro olhar para o rompimento desse tabu.

É preciso dar início a um diálogo, no mínimo, difícil.

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